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LIGA SAGRES 2009-10

Benfica vence (1-0) Rio Ave em Vila do Conde  (LIGA SAGRES 2009-10) Inserido Sunday 10 January 2010 22:16

http://www.abola.pt/

O Benfica venceu o Rio Ave por 1-0, em Vila do Conde, e voltou a colar-se ao Sporting de Braga no topo da classificação. Saviola (47m) apontou o único golo do encontro.

Primeira parte com mais posse de bola para o Benfica mas com o Rio Ave a dispor das melhores ocasiões de golo. Bruno Gama e João Tomás deram os primeiros sinais de perigo para os vila-condenses que iam conseguindo travar as iniciativas ofensivas do Benfica, enquanto os encarnados acusavam dificuldades em efectuar o último passe.

O primeiro lance perigo do Benfica surgiu pelos pés de Carlos Martins (23m) que disparou com violência contra Mora, deixando o guarda-redes espanhol mal tratado. Pouco depois foi Ramires (30m) que apareceu na área sem marcação mas atirou para intervenção de Mora, com Saviola a falhar a recarga.

O Rio Ave nunca deixou de pressionar o Benfica, forçando o erro do adversário. Aos 32 minutos, Maxi Pereira perdeu a bola em zona proibida, Sidnei recuperou e entrou isolado na área dos encarnados mas atirou às malhas laterais, naquela que foi a melhor oportunidade do primeiro tempo.

A segunda parte arrancou com o golo do Benfica. Canto batido por Carlos Martins, na esquerda, Cardozo desviou ao primeiro poste e Saviola apareceu isolado a disparar para o golo. Foi o mote para uma segunda parte dominada pelo Benfica.

 

 

 

 



Mora sentiu dificuldades para parar os remates de Carlos Martins (53m) e Javi Garcia (78m) e Cardozo (76m) cabeceou ao lado numa daquelas oportunidades em que não costuma desperdiçar.

O Rio Ave, muito mais acanhado no segundo tempo, criou uma boa oportunidade aos 62 minutos mas Adriano, que apareceu na área em boa posição, atirou ao lado.

Os vila-condenses, que sofreram a primeira derrota em casa esta época, ficam no oitavo lugar com 19 pontos, enquanto o Benfica, que somou o nono jogo consecutivo sem perder, continua a dividir a liderança com o Sporting de Braga.

Ficha de jogo:

Estádio do Rio Ave FC, em Vila do Conde.

Árbitro: Bruno Paixão (AF Setúbal)

RIO AVE: Mora; José Gomes, Gaspar, Jeferson e Fábio Faria; André Vilas Boas, Wires (Adriano, 55m) e Vítor Gomes (Tarantini, 78m); Bruno Gama, Sidnei (Chidi, 60m) e João Tomás.

Suplentes: Trigueira, Ricardo Chaves, Evandro e Wesllem.

Treinador: Carlos Brito.

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, Miguel Vítor e César Peixoto; Javi Garcia, Ramires, Di María e Carlos Martins (Aimar, 66m); Cardozo e Saviola (Fábio Coentrão, 83m).

Treinador: Jorge Jesus.

Suplentes: Júlio César, Roderick, Luís Filipe, Weldon e Nuno Gomes.

Disciplina: cartão amarelo para Vítor Gomes (49m), Fábio Faria (71m), César Peixoto (80m), André Vilas Boas (82m).

Golos: 0-1, por Saviola (47m).

Ao intervalo: 0-0.

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RIO AVE 0-1 BENFICA - Jorge Jesus diz que ganhou bem, Carlos Brito satisfeito com Rio Ave  (LIGA SAGRES 2009-10) Inserido Sunday 10 January 2010 22:13

http://diario.iol.pt/

Jorge Jesus e Carlos Brito mostraram no final da vitória (1-0) do Benfica sobre o Rio Ave estar conformados com o resultado:

 

Jorge Jesus, treinador do Benfica:
«Não me enganei. Senti antes do jogo que ia ser muito difícil e confirmou-se. O Rio Ave é uma equipa muito bem trabalhada, que ainda não tinha perdido aqui e que só era ultrapassada por Sp. Braga e Benfica em golos sofridos. Não nos criou muitos problemas, mas foi muito forte na organização defensiva. Fechou-nos os espaços, teve uma marcação agressiva mas correcta, foi uma equipa que defendeu muito. Nós fomos inteligentes. Sabíamos que era importante não sofrer primeiro, porque com o tempo haveria mais espaço. Criámos uma ou outra oportunidade para fazer golos, marcámos pelo Saviola e ganhámos bem. Era importante terminar a primeira volta com uma vitória, até porque vamos começar a segunda volta também com um jogo fora.»

Carlos Brito, treinador do Rio Ave:
«A primeira parte do Rio Ave foi melhor do que a segunda. Conseguimos contrariar os melhores factores do Benfica, mas o golo muito cedo do adversário na segunda parte condicionou muito o nosso futebol. O Benfica está forte e está moralizado. Houve alguma desorganização nossa na segunda parte e o adversário aproveitou essa desorganização para fazer o golo da vitória. Não estou insatisfeito com os meus jogadores. Fizemos muitos cruzamentos, obrigámos o Benfica a defender, por isso demos o nosso melhor e os jogadores não têm de estar desanimados. Há uma tristeza natural por termos perdido, mas não é esta derrota que nos vai fazer desanimar, nem por ser a primeira no nosso estádio. O Benfica é melhor.»

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Liga Sagres 2009-10 - 9ª Jornada - Olhanense - Rio Ave F.C.  (LIGA SAGRES 2009-10) Inserido Sunday 01 November 2009 20:23

Foto in http://www.maisfutebol.iol.pt/  

Estádio José Arcanjo - Olhão

Árbitro: Bruno Esteves

Árbitros Assistentes: Luís Ramos e Rodrigo Pereira 

4ºÁrbitro: Nuno Alvo.

Observador: Humberto Viegas

Delegados: João Rosado, Vítor Rosa

As equipas alinharam:

Olhanense: Ventura, João Gonçalves (Greg Nwokolo, 46 minutos), Sandro, Anselmo, Carlos Fernandes, Castro (Zequinha, 70 minutos), Tengarrinha, Rui Duarte, Ukra, Rabiola (Guga, 70 minutos) e Paulo Sérgio.

RIO AVE FUTEBOL CLUBE: Carlos, Zé Gomes, Gaspar, Fábio Faria, Sílvio, Wires (Adriano, 65 minutos), André Vilas Boas, Vitor Gomes (Tarantini, 86 minutos), Bruno Gama (Chidi, 68 minutos), João Tomás e Sidnei.

Golos: João Tomás (Rio Ave, aos 10 minutos)

Disciplina:

Amarelos - Wires (Rio Ave, 21 minutos), André Vilas Boas (Rio Ave, 31 minutos), Sidnei (Rio Ave, 73 minutos) e Guga (Olhanense, 89 minutos).

Pos Clube J V E D Pts.
Subiu 1 posição 1 Braga 9 8 1 0 25
Desceu 1 posição 2 Benfica 9 7 1 1 22
  3 Porto 9 6 2 1 20
Subiu 1 posição 4 Rio Ave 9 3 5 1 14
Subiu 1 posição 5 Nacional 9 4 2 3 14
Subiu 2 posições 6 Leiria 9 3 4 2 13
Desceu 3 posições 7 Sporting 9 3 4 2 13
Desceu 1 posição 8 Marítimo 9 3 3 3 12
Subiu 6 posições 9 Naval 9 3 1 5 10
Subiu 1 posição 10 Belenenses 9 1 5 3 8
Desceu 2 posições 11 Leixões 9 2 2 5 8
  12 P. Ferreira 9 1 4 4 7
Desceu 3 posições 13 V.Guimarães 8 1 4 3 7
Desceu 1 posição 14 V.Setúbal 9 2 1 6 7
Desceu 1 posição 15 Olhanense 9 1 4 4 7
  16 Académica 8 0 3 5 3

 

Crónica do Jogo

in http://www.maisfutebol.iol.pt/  por Jorge Anjinho

O Olhanense voltou a marcar passo na Liga, averbando nova derrota, frente ao Rio Ave. João Tomás marcou o único golo do jogo, aumentando para sete o número de jogos consecutivos dos algarvios sem vencerem. E deixando a equipa de Carlos Brito num lugar europeu.

 Os dois treinadores não abdicaram dos seus princípios de jogo e armaram as suas equipas no habitual 4x3x3. O Olhanense entrou forte no jogo, com Paulo Sérgio a ser protagonista nos dois primeiros lances de perigo, nos três primeiros minutos, finalizando de forma deficiente jogadas bem delineadas, quase sempre ao primeiro toque.

Os vilacondenses demoraram a entrar no jogo e só aos oito minutos deixaram a atitude expectante e aproximaram-se pela primeira vez da baliza de Ventura. João Tomás rematou fraco, mas forte foi o aviso, pois dois minutos depois inaugurou o marcador, aproveitando a passividade da defesa local para desviar de cabeça um canto de Vítor Gomes. Sem oposição, sem precisar de saltar e contra o sentido de jogo.

O Olhanense acusou o golo sofrido e a equipa de Carlos Brito assumiu o controlo, com João Tomás a continuar a gozar de inexplicável liberdade no ataque. E aos dezassete minutos até poderia ter dado outra expressão ao marcador, impedida por João Gonçalves, no caminho da bola direccionada para a baliza de Ventura.

Á meia-hora, Rui Duarte voltou a descobrir o caminho da baliza de Carlos, mas o forte remate embateu num defesa. O lance não teve o destino desejado mas serviu para encorajar o Olhanense, que voltou a assolar-se da baliza adversária.

Tal como no início do jogo, Paulo Sérgio foi quem mais perto esteve de festejar. Aos 31 minutos, o extremo rematou cruzado e com intenção, mas a direcção não foi a melhor. Ainda antes do intervalo, gritou-se golo entre as hostes algarvias, num cruzamento de Ukra, que André Villas Boas quase fazia autogolo.

Para a segunda parte, Jorge Costa aumentou a ambição da equipa com a entrada de Greg Nwokolo, um avançado, retirando o lateral João Gonçalves, implicando a passagem de Tengarrinha para o lado direito da defesa e o posicionamento de Castro como trinco.

Intenções que não surtiram efeito nos primeiros minutos, com o Olhanense a querer aumentar o ritmo de jogo, mas desígnio não atingido pela falta de espaço. E como a pressa também é inimiga da perfeição¿

Imperfeito acabou também por ser o resto do jogo, muito mal jogado, com o Olhanense a não conseguir assumir na prática os intentos atacantes que as substituições operadas por Jorge Costa faziam supor. Muita atrapalhação, pouco jogo pelos flancos, muita luta a meio-campo e caminhos da baliza de Carlos bem tapados.

Com o escoar dos minutos, o Olhanense aumentou a pressão com Greg Nwokolo e Zequinha a desperdiçarem soberanas oportunidades para empatarem.

Com esta vitória, o Rio Ave sobe ao 4.º lugar com 14 pontos, passando Sporting, Nacional, Marítimo e Vitória de Setúbal, respectivamente. Já o Olhanense fica-se pelo 15.º posto com sete pontos.

Destaques

Experiência de João Tomás e pezinhos de Vitor Gomes

João Tomás
Quem sabe não esquece. Foi o farol ofensivo da sua equipa, oportuno e eficaz. Teve ratice na forma como se desmarcou da defesa adversária para inaugurar o marcador e esteve sempre nos lances mais perigosos da sua equipa.

foto in http://www.abola.pt/

 

Vítor Gomes
Dos seus pés a bola saiu sempre redondinha. Raramente falhou um passe, foi o marcador de serviço das bolas paradas, descobrindo, na marcação de um canto, a cabeça de João Tomás no golo.

Paulo Sérgio
Foi o mais inconformado dos jogadores do Olhanense. Esteve perto de marcar, mas a pontaria esteve desafinada. Lutou muito, ziguezagueou pelos flancos mas não teve a companhia desejada para evitar o resultado final.

Defesa do Olhanense
Uma distracção fatal na marcação de um pontapé de canto fica ligada de forma letal ao resultado do jogo. Com avançados como João Tomás não se pode dormir em serviço. Jorge Costa, que foi um central de eleição, tem muito trabalho pela frente para afinar um sector que, em outros jogos, tem dado mostras de alguma intranquilidade.

 

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Liga Sagres 2009-10 - 8ª Jornada - Rio Ave F.C. - S.C.Braga  (LIGA SAGRES 2009-10) Inserido Saturday 24 October 2009 23:49

Equipa de arbitragem

Árbitro: Lucílio Baptista ,  44 anos

Assistentes: Venâncio Tomé

                      Mário Dionísio

4º Arbitro: Raúl Valega

Observador: Fernando Ilídio

Delegados: Baptista Rodrigues

                  Joaquim Campos

 

Totais de encontro

Cartões amarelos: 2 Rio Ave

                                            1  Braga

 

Cartões vermelhos: 0

 

Ordem de expulsão do banco de suplentes: 1 Rio Ave (Prep. fisico Francisco Costa)

Golos: 1 Rio Ave

            1 Braga

 

Posse de Bola

Rio Ave

1ª parte:  8min (37%)
2ª parte: 12 min (45%)
Total       20 min
41%
Braga
1ª parte: 14min (63%)
2ª parte: 14min (55%)
Tempo útil de jogo
Total       28 min (59%)
1ª parte: 21 min
2ª parte: 26 min
Total:      47 min
Paragens de jogo
1ª parte:  81
2ª parte : 95
Total      176

 

Espectadores:  3.696 (35,00%)

Minhotos deixam os primeiros pontos no nevoeiro de Vila do Conde
Por Pedro Jorge da Cunha
O Sp. Braga cede os primeiros pontos na Liga. Em Vila do Conde, terra de duros, os minhotos empatam a uma bola e podem perder a liderança imaculada. O Benfica está a um triunfo dos arsenalistas e tem a possibilidade de agarrar a equipa de Domingos Paciência antes do duelo entre ambos, agendado para o Minho na próxima jornada.

 

Nevoeiro em Vila do Conde. O Rio Ave, astuto e paciente, espera pelo erro contrário. Nove minutos, João Tomás surge não se sabe bem de onde e rouba a bola ao despreocupado Moisés. Isola-se e executa com a classe dos grandes finalizadores. Bola em arco sobre Eduardo e o líder em grandes apuros.

Tudo muito bem, não fosse a ilegalidade da jogada. Moisés, apesar da altivez, é claramente carregado em falta por João Tomás. O árbitro Lucílio Batista assim não considerou, o ponta-de-lança aproveitou.

Pela segunda vez na Liga, o Sp. Braga fica em desvantagem. Mas reage como um campeão. Aproveita a bruma, aterroriza em dois ou três lances o vigilante Rio Ave e acaba por igualar numa jogada digna de vénias. O passe de Paulo César, rasteiro, na direita é muito bom e a emenda de Evaldo (esse, o defesa esquerdo) para golo é perfeita.

Até ao intervalo é o Sp. Braga quem mais ordena. Com ares de líder e alma de campeão.

Mossoró embala o Sp. Braga, vilacondenses resistem

O Rio Ave é assim. Incorpora a raça das gentes de Vila do Conde. Abnegado, rijo, genuíno. Defende com labor, ocupa muito bem os espaços e complica a vida a qualquer adversário. Tem claras limitações na transição meio-campo/ataque, por exemplo, e talvez por isso decide controlar a igualdade no marcador.

Embalado pela busca do oitavo triunfo consecutivo, o Sp. Braga tem muito mais bola na etapa complementar. Hugo Viana gere a circulação, Vandinho cobre cada metro quadrado com ares de imperador e os elementos mais ofensivos agradecem.

Márcio Mossoró surge nesta segunda parte em excelente plano. Transporta a bola como poucos, joga e faz jogar, mas não há maneira de perturbar os coriáceos vilacondenses. Há apenas um lance de real perigo, no instante em que Zé Gomes tira em cima da linha um cabeceamento de Moisés.

Rio Ave solta-se, igualdade sobrevive

Na fase final o Rio Ave solta-se. Aproveita o desgaste dos minhotos, perturbados também pelo relvado pesado, e ensaia alguns contra-ataques interessantes. Mas a igualdade sobrevive. Justamente, refira-se. O jogo não é um compêndio de arte, mas é dinâmico e honesto. Nos tempos que correm é um luxo.

O pior foi mesmo Lucílio Batista. Erro crasso na antecâmara do golo do Rio Ave e uma sinfonia irritante com o apito. A pauta deste setubalense mantém-se inalterada com o passar dos anos.

Os treinadores de Rio Ave e Sp. Braga, em declarações à Sport TV, após o jogo (1-1) da 8ª jornada da Liga portuguesa:

 

Carlos Brito, treinador do Rio Ave

«Valemos muito mais do que fizemos na primeira parte, demos em demasia a iniciativa ao Sp. Braga. A equipa se calhar acusou o facto de defrontar uma formação invicta. O golo podia ter-nos dado outro alento, mas não. Os jogadores têm sido excepcionais. Não conseguiram mais devido àquilo que o Sp. Braga é hoje, com muita qualidade. Julgo que a partir de certa altura conseguimos ter mais bola e que o Braga não estivesse sempre no nosso meio-campo. É um ponto conquistado, não por ter quebrado a série de vitórias do Sp. Braga, mas porque é um ponto que nos ajuda na luta pela permanência.»

Domingos Paciência, treinador do Sp. Braga

«Fartei-me de dizer que este era um jogo para ganhar, porque estava ao nosso alcance, pela qualidade que temos. É um jogo que nos deixa tristes, porque se tivéssemos de perder pontos, que fosse pela qualidade do adversário. Não foi o caso. O jogo ficou marcado por um lance de falta [referindo-se ao golo do Rio Ave], depois, noutro lance, o Mossoró joga com a cabeça e é pontapeado, não sei se dentro ou fora da área. De resto, o jogo acabou por ser todo do Sp. Braga. Não empatámos por causa do árbitro, mas este antijogo logo a começar e talvez alguns cartões amarelos por mostrar condicionaram. Empatámos por culpa própria porque não concretizámos.»

«Se até aqui dizíamos que há muito campeonato, continuo a dizer o mesmo. Não é um resultado que torna as coisas diferentes. Perder dois pontos custa, porque merecíamos outro resultado. Fomos superiores, não estou a menosprezar o Rio Ave, mas acho que fomos superiores em todos os aspectos.»

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Liga Sagres 2009-10 - 7ª Jornada  (LIGA SAGRES 2009-10) Inserido Sunday 04 October 2009 01:03

 

Diego comemora o primeiro golo da Naval

 

Data 2009-10-03
Hora 16:00
Estádio José Bento Pessoa, Figueira da Foz
Assistência 1137 espectadores.
Árbitro Luís Reforço - Setúbal
Assistentes Nuno Roque
  Valter Pereira
Quarto árbitro  

 

 

 

 

 

 

 

 As equipas alinharam com:

Naval: Peiser, Zé Mário (Carlitos, 46’), Gómis, 
Diego, Daniel Cruz, Lazaroni, Godemèche 
(Michel Simplício, 72’), Alex Hauw (Baradji, 66’), Camora, Kerrouche e Marinho. 
Treinador Augusto Inácio

Rio Ave:  Carlos, José Gomes, Gaspar, Fábio Faria, Sílvio, André Vilas Boas, Wires (Adriano, 59’), 
Ricardo Chaves (Vítor Gomes, 59’), Bruno Gama, Sidney e João Tomás (Bruno Fogaça, 69’).
Treinador Carlos Brito

Disciplina:  Zé Mário (36’), Wires (37’), Vítor Gomes (60’), Sílvio (72’), Carlitos (77’), André Vilas Boas (84’), Adriano (90+1’) e Lazaroni (90+4’).

Golos 0-1, por Wires, aos 36 (g.p.); 1-1, Diego, aos 39’ (g.p.); 2-1, por Kerrouche, aos 55’; 2-2, por Sidney, aos 63’; 3-2, por Kerrouche, aos 84’.

 Depois do Marítimo, foi a vez de Kerrouche abater o Rio Ave

03-10-2009 20:46
@ publico.pt

A lesão de Bolívia acabou por ser a sorte de Augusto Inácio. O técnico manteve o “onze” que venceu na Madeira, com excepção do avançado, a contas com uma lesão. Para o seu lugar chamou... Kerrouche. Ele, que no Funchal tinha saltado do banco para bisar, esta tarde teve direito a 90 minutos inteirinhos. E justificou a aposta.

O jogo começou até por correr de feição ao Rio Ave, que chegou à vantagem através de uma grande penalidade, a punir alegada mão na bola de Zé Mário: Wires não falhou. Três minutos depois, a Naval respondeu na mesma moeda. Daniel Cruz caiu na área e Luís Reforço apontou o castigo máximo: Diego Ângelo fez o 1-1.

Para lá dos penáltis, pouco mais houve a registar na primeira parte. A emoção estava guardada para o segundo tempo. Aos 55’, Marinho acelerou em direcção à área do Rio Ave e cruzou para a cabeça de Kerrouche. Estava desfeita a igualdade. De pontaria afinada, o avançado levaria a bola ao poste quase no lance seguinte.

O abanão fez-se sentir na formação vilacondense e a resposta foi pronta. Peiser falhou redondamente e Sidney aproveitou a ocasião para fazer o 2-2. Tempo de defender o resultado? Não, tempo de atacar. De parte a parte. Tentaram as duas equipas, mas só Kerrouche voltou a acertar na baliza: aos 84’, num lance que motivou protestos do adversário por suposto fora-de-jogo.
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Inácio diz que «entreajuda marca pontos»; Brito aceita derrota «com fair-play
Por ABOLA.pt
Augusto Inácio atribuiu a vitória (3-2) da Naval, a segunda consecutiva na Liga, na recepção ao Rio Ave à «entrega e entreajuda» dos seus jogadores», enquanto Carlos Brito disse que o desfecho não foi o esperado mas aceitou-o «com fair-play».

«A Naval ganhou não pela minha mão, mas pela mão de todos. Foi um grande espectáculo de futebol. O Rio Ave é uma grande equipa e muito bem orientada. Ficou provado que a entrega e entreajuda também marcam pontos», afirmou Augusto Inácio.

Referindo que «as derrotas nunca estão no programa», Carlos Brito aceitou o desaire na Figueira da Foz «com ‘fair-play’». «Fizemos o 2-2 e procurávamos o golo da vitória quando a Naval voltou a marcar», lamentou.Ainda assim, no final o treinador Carlos Brito evitou qualquer hipótese de polémica: “É uma derrota que tenho de aceitar com fair-play.”
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