Sábado, 06.02.2010
O Rio Ave deslocou-se ao Complexo Desportivo de Lavra, recinto utilizado pela Escola Paulo Faria, e saiu derrotado por 4-1.
O Rio Ave alinhou de inicio com Rodrigo I (Gr), Kiko (cap.), Hélder, Dudu, Henrique, Zakhar e Telmo. Jogaram ainda: João (Gr), Luís, Cristiano, Tito e Rodrigo II.
Treinadores: Bragança e Tiago.
Foi um jogo marcado logo desde o inicio com uma tentativa dos técnicos da equipa adversária, utilizarem 13 jogadores no desenrolar da partida, quando são permitidos apenas 12. O caso foi detectado a tempo pelos arbitros, que tinham procedido á conferência dos cartões e identidades do jogadores das duas equipas e detectaram a presença no recinto de mais um elemento pertencente á equipa adversária. BATOTEIROS
Na 1ª parte, e a única em que não houve intervenção de forças externas, o jogo terminou empatado a um golo. Marcou primeiro a Esc. Paulo Faria numa jogada confusa no interior da grande-área do Rio Ave, com a bola a circular sem que os nossos jogadores tivessem reacção.
O golo da igualdade foi marcado por Zakhar, já muito perto do intervalo.
No reínicio do desafio o Rio Ave voltou a controlar o jogo, no entanto contra a corrente do jogo e numa fase em que já tinhamos desperdiçado duas oportunidades, sofremos o 2º golo. Num lance infeliz do guarda-redes João, que não conseguiu segurar um remate de um adversário, sobrando a bola para um avançado que oportuno, empurrou a bola para o fundo das redes.
Após este golo o futebol, com Fairplay, tirou férias e iniciou mais cedo o fim-de-semana.
Voltaram a aparecer em cena os dois actores do inicio do espectáculo, O treinador Principal e o Adjunto da Esc. Paulo Faria. Chegando ao extremo de o adjunto (num acto infeliz e reprovável) , com o 3º golo e sublinhe-se, que foi um grande golo, com um remate á entrada da área, bem colocado e sem qualquer hipótese para o cada vez mais desanimado/abatido João (Gr-Rio Ave), ter-se voltado para a assistência afecta ao Rio Ave e verberando ( ou ZURRANDO): Chupai... Chupai... Chupai... acompanhados por gestos OFENSIVOS.
PELA 1ª VEZ NA MINHA VIDA, TIVE A OPORTUNIDADE DE VER UM BURRO A FALAR.
Diga-se comportamento prontamente reprovado por parte de alguns elementos da assistência da equipa adversária, os restantes disseram que não viram ( quiça, por ainda também não terem retirado as respectivas palas da frente dos olhos).
Estes elementos da equipa técnica da Esc. Fut. Paulo Faria defendem: "... ensinar os princípios fundamentais da Técnica e Táctica do Futebol, assumindo um papel Educativo, Social e Desportivo. Criar nos jovens, hábitos salutares de ocupação dos seus tempos livres através do movimento e de actividades ao ar livre, onde impere a amizade e o convívio social e proporcionar a aquisição de valores sociais e humanos fornecedores de equilíbrio, de responsabilidade e de capacidade de participação activa na sociedade."
Eu presenciei precisamente o contrário. Estes técnicos prestaram um mau serviço ao futebol, aos jovens e ao sr. Prof. Paulo Faria.
Depois destes acontecimentos nada abonatórios para a Escola que representam, o Rio Ave, nada habituado a estas situações recambolescas, pareceu-nos claramente afectado.
O 4º golo surgiu num lance confuso à entrada da área da baliza defendida por João, com o remate do jogador adversário a tabelar num defesa, sendo desviada a trajectória do esférico e traindo o nosso guarda-redes.
Positivo: - A atitude dos jogadores do Rio Ave na 1ª parte.
- O golo de Zakhar.
- A presença em Lavra, de dois elementos do plantel que não foram convocados: Rodrigo II e Vasco. É sempre importante o apoio aos colegas e fomentam a união do grupo.
- A disponibilidade do jovem Rodrigo II ( diria mais, a sua satisfação) quando lhe comunicaram que poderia jogar em substituição de um colega que fora convocado e que por doença não se apresentou ao jogo.
Negativo: - À equipa técnica da Escola de Futebol Paulo Faria.
- Ao DEPARTAMENTO DE FUTEBOL JUVENIL DO RIO AVE FC, porque é incompreensivel que tendo o Rio Ave - Escolas, um calendário pré-definido desde o inicio da época, não terem salvaguardado a necessidade de transporte para todos os elementos da equipa convocados para o jogo.
Não sei se será sempre assim , ou se esta época não estará a correr de feição para quem coordena e/ou dirige o Departamento de Futebol Juvenil, ou se as pessoas estão acomodadas aos lugares, ou ainda se será cansaço acumulado por várias épocas ao serviço do clube.
Já esta época: - o Rio Ave FC perdeu 2 pontos, correspondentes aos empates da 1ª e 4ª jornadas, fruto da má inscrição de dois jogadores;
- na deslocação a Milheirós o motorista do autocarro do clube enganou-se no percurso por não saber para onde iria, em jogo da 5ª jornada;
- da utilização de coletes no jogo em casa com o Leça, por falta de equipamento alternativo, na 11ª jornada;
- do atraso (30 minutos) na chegada de alguém responsável que tivesse as chaves dos balneários/instalações do clube em dia de jogo com o Salgueiros, referente à 13ª jornada;
- Alguns miúdos dirigiram-se a Lavra em carros particulares de familiares em jogo referente à 17 jornada.
Por fim, volto a frisar que esta equipa é a única equipa federada que representa o Rio Ave em Campeonatos, e cujos seus elementos pagam para jogar. Cada miúdo paga uma cota de 25 euros mensais.




Comentários